domingo, 13 de dezembro de 2015

O fim (ponto final)

Cheguei ao meu limite. Já chega de pensar, esperar, querer. Desde este dia já não quero nada.
Afinal o que eu quero pode não ser o que preciso.
Se liberto sem dor? Um pouco...  Parte de mim sabe que é o melhor e isso de alguma maneira acalma o meu ser.
Em resumo, outros dias vão chegar e eu estarei cá, como sempre, disponível para receber o que vier, para receber o que mereço, para receber o que preciso.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Mais do mesmo?!

Não quero...
Não quero outra vez e mais uma vez a mesma coisa. Gostar e ouvir que não gostam de mim sem ser como amiga. Não quero isso, não posso aceitar mais isso...
Não sei se dizes isso por estares a negar ou se é realmente o que sente mas, como não quero mais isto... Confesso já não me interessa, não vou gastar o meu tempo com isto.
Para mim acabou.
Não vou dar o que estava a dar, não te vou dar o melhor de mim. Afinal se te estás a negar sentir algo por mim quer dizer que não me mereces, e se estás a dizer a verdade esta é a atitude correcta.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Ir

Esse o caminho.
Simplesmente respirar fundo e ir na onda. Simplesmente ir, sem pensar muito, sem expectativas, sem medos...  Simplesmente ir.
Por mais simples que possa parecer, não o é. É complicado libertar o ego, não querer controlar. Afinal todos queremos algo, todos temos desejos, mas quando se quer muito uma coisa... Quando achamos que temos MESMO de ter "aquilo" estamos a ir pelo caminho mais complicado.
Melhor maneira? Respirar fundo, olhar em frente e viver os dias por nós mesmo não por algo ou alguém.
Vestir a nossa melhor roupa e, apesar do frio, por o nosso melhor sorriso e ir, simplesmente ir.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

E agora?

E agora? Como é que fica?! Estou mal habituada e tu sabes disso... E tu também estás como eu mas negas... Negas até à morte.
Porque é tão complicado para ti veres o que se passa? Porque é que não entendes que o gostares de falar e estar comigo de teres desejo por mim, é bem mais do que "é só sexo"...
Não me faz sentido sabes, saber que me desejas e ver que negas, ou que tentas negar, a ligação que temos.
E agora? O que posso eu fazer quando não posso fazer nada, quando não depende de mim?
Dizes que não me querer maguar... Mas vais acabar por o fazer porque não queres ver o quanto é simples o que temos. O quanto é bom para os dois....
Só tu é que estás a complicar...

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Saudade o sentir falta

Faz hoje 22 anos que uma pessoa muito importante da minha vida deixou este plano...
O meu avô.
Como descrever o avô Russo?! É complicado porque ele só me soube dar amor e mimo mas, vou tentar.
Ele tinha 4 netos e por mais que ele nunca tenha mostrado preferência EU SEI que para ele eu era especial para ele. Eu era a sua menina, a sua "russinha".
Tenho uma saudade imensa de quando me abraçava e das "dezenas" de beijos que me dava sempre me via.
Dizem que o tempo cura tudo mas não é verdade. Durante todo o ano a lembrança dele é apaziguadora mas hoje... Hoje que é o dia em que ele partiu a lembrança dele doi de tanta saudade.
Sei que amanhã vou estar melhor, mas hoje... Hoje doi.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Merda pra isto...

Já não sei à quanto tempo não escrevo aqui, não é que não queira mas, simplesmente abro uma nova pagina para escrever e perco a vontade.
É... eu sou assim quando penso muito. Muita coisa a correr a minha cabeça e nada sai como eu quero, tudo parece estranho, nada parece meu.
Merda pra isto... não gosto nada de me sentir assim. Cheia de pensamentos e sentimentos que não sei se são reais ou simplesmente ilusões e vontades minhas.
Tento parar, na tentativa de tentar organizar as coisas mas não dá... a minha cabeça não quer.
Merda pra isto...

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Vontade avassaladora..

Há sempre aquele dia em que acordamos e queremos gritar, deitar para fora tudo o que anda cá dentro.
Hoje é um dia desses...
A minha vontade era agarrar no telefone e dizer a uma pessoa o quanto me magoou, que nunca devia ter confiado nele, que fui parva por deixar que me cativasse, que há dias que tenho raiva dele, que tenho vontade de o magoar da mesma maneira. Que sempre que me liga para falar da vida dele, tenho vontade de gritar, que tenho vontade de não atender... mas atendo... atendo porque apesar da mágoa, somos amigos.
Não, eu não o amo, não sinto o mesmo que sentia à um ano mas tenho esta dor este desgosto. Não só em relação a ele mas também em relação a mim... eu  fui parva, eu deixei-me cativar, mesmo sentido que não o deveria fazer. Afinal eu nem queria nada com ele sem ser amizade... ele é que disse que me ia fazer mudar de ideias. Sim fui parva...
E hoje é daqueles dias em que se ele me ligar, vou ter de conter o grito, em que vou ter de respirar fundo atender o telemóvel e esperar que ele diga alguma coisa engraçada que me faça esquecer esta vontade de o magoar por uma coisa em que eu também sou culpada.