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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Relato de um homem que depilou os tintins


Depois de postar aqui sobre a depilação feminina, chegou agora a vez dos homens. Pois, quando vos calha a vocês... a coisa deixa de ter piada não é?!
Eu se fosse a moça... antes de começar o serviço, amarrava-o de forma firme... assim terminava a questão sem aqueles sulipampos.

E DIZ ELE:

"Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas 'partes'.

Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:

- Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.

Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as "outras coisas", não tive argumentos para negar e concordei.

Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o biip do microondas.

Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.

Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.

Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'

Pelo início, imaginei quais seriam as "outras coisas" que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?

Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro "A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU", quase gritado letra por letra.

Olhei para o plástico para ver se a pele dos meus tin-tins não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!

Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.

Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda.
Peguei no meu gel pós barba com camomila "que acalma a pele", besuntei as mãos e passei nos 'tomates'.

Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de "lavagem checa" e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os "ditos" como quem abana um pugilista após o 10° round.

Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.

Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele dos meus tin-tins, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.

Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!

Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.

No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os "ovos" estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.

Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada
por baixo.

Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.

Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino."

terça-feira, 8 de julho de 2008

Primeira Depilação


Homens quando lerem este texto vão mergulhar no universo feminino e em seus intrigantes detalhes. Detalhes que, muitas vezes, fazem parte dos bastidores de nossas namoradas, esposas ou mesmo "amigas coloridas".

A verdade seja dita, todos os homens querem uma mulher bem arranjada ao lado, mas muitas vezes não dão o, devido, valor ao nosso esforço. À uns dias atrás, andei a enviar um mail a todos os meus amigos homens com o relato de uma depilação aos tintins, hoje vou por aqui como é a primeira depilação genital de uma mulher.

Espero que partir de agora, vocês homens prestem mais atenção e valorizem mais o que nós fazemos por vocês, não só no que toca à beleza, mas também nos gestos de carinho e amor.


PRIMEIRA DEPILAÇÃO DE UMA MULHER

"Tens de tentar. Vai ficar lindo." Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. (palavras magicas estas dos 10Kg)
Disseram que o meu namorado ia adorar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.

ao telefone:


-boa tarde, queria marcar depilação com a Paula.

- Vai depilar o quê?

- A Virilha.

- Normal ou cavada?

É pá. Eu lá sei o que é uma virilha cavada. Mas já que é para fazer…

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que ia perder dez quilos. Almocei uma coisa leve, porque sabia lá eu o que me esperava, vesti uma roupa bonita, para ficar chique. Escolhi umas cuecas apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, a Paula já estava a minha espera. Rapariga alta, muito bonita.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e entrei num corredor. De um lado a parede e do outro, algumas cortinas brancas. Por trás delas havia gemidos, gritos, conversas.

Fiquei com um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei as calças e, timidamente, fiquei lá estirada de cuecas na maca.

Mas a Paula mal olhou para mim. Virou as costas e ficou de frente para uma mesinha. Onde estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas.

Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Oh meu Deus, parecia uma sala de sadomasoquismo. De repente ela vem com um cordel na mão.

Fingi que era natural e sabia o que ela ia fazer com ele, mas fiquei surpreendida, quando ela passou a cordinha pelas laterais das cuecas e deu um nó bem forte.

- Quer bem cavada?

- É... é, isso.

A Paula só deixou as cuecas a tapar uma fina faixa da badana.

-Os pêlos estão grandes demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia nada do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula com um líquido viscoso e quente (via pelo fumo).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Dobre os joelhos e depois mete as pernas para o lado.

- Arreganhada, então?

Ela riu. Que situação….

E então, a ela passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Muito bom, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.

Foi rápido e fatal.

Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas os meu ossos tinham ficado na maca.

Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até contei os azulejos da parede só para disfarçar a minha expressão, para fingir que era tudo super natural.

Então a Paula perguntou se estava tudo bem quando me viu roxa. Eu tinha-me
esquecido de respirar… Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo óptimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "rapariga estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade da espancar.

Lembrava-me das minhas "amigas" recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande conspiração, só para me fazer sofrer. Todas recomendam porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Fogo, que ideia. Mas quem está na maca tem que se fuder mesmo…

-Ah, arranca p’aí. (Faz isso valer a pena).

Não bastava minha condição, a depiladora do lado invade a salinha e dá uma olhadela na senaita.

- Olha, esta a ficar linda.

- Mas está cheia de pelos encravados aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria abanado com a respiração das duas.

Só faltava lá esfregarem a cara. Fechei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Tira-me daqui meu Deus, teletransporta-me para Marte por favor". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui, porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, não sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça, filha da puta, a arrancar cada cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia eu, que o motivo para eu querer fazer isso ainda estava para vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado para fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Paula.

Deitei de lado e fiquei esperando novas ordens.

- Segura o rabinho aqui?

- Hein?

- Afasta as bordas do rabinho.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que ela via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Nem a minha ginecologista esteve tão perto desse olho. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, para ver se ela ficava envenenada. Fiquei a imaginar a Paula a acordar à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, amor?

- Sim... só sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente, fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou da vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia.

Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?

E aí veio o pensamento: p’era, mas tem cabelo lá? Fui impedida de continuar com o raciocínio.

Ela puxou a cera. Achei que o rabo tivesse ido toda embora, num só puxão, arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha para contar a história.

Mordia a almofada e grunhia ao mesmo tempo. Sons pré-históricos, palavrões, pedidos de súplica e perdão pelos meus pecados, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?

E então, piora. A vaca da sala ao lado entra outra vez…

- Paula, tens um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais.

Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando para quem afinal? Ninguém ia ver o olhino tão de perto daquele jeito. Só mesmo a Paula. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar a maquininha.

- Máquina de quê?! (mais dor não!…)

- Para deixar ela com os pêlos curtinhos, que nem um campo de futebol.

- Dói? (perguntei a medo)

-Não dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a cuequinhas, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.

Baixa as cuecas…. como é que alguém diz isto sem antes pegar nas mamas? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da badana ao cu. O que seria baixar a cuecas?

E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar pó de talco?

- Pode, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas dói e incomodava.


Queria matar as minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso, queria fazer uma manifestação, criar uma lei anti-depilação cavada.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

=) Beautiful =)

Melhor versão, até hoje, da musica “You're Beautiful“ do James Blunt